Antologia poética 27/09/2009
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Aê, o último da lista da Fuvest!
E o mais “complicadinho”. Alguns poemas não entendi completamente, outros não gostei muito… mas ainda não tive aula sobre ele, então fica meio difícil de entender o que o autor quis dizer com algumas coisas.
Poemas preferidos: “Elegia na morte de Clodoaldo Pereira da Silva Moraes”, “Balada das duas meninas de Botafogo” e “Operário em construção”.
O Pequeno Príncipe 11/09/2009
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Depois de ouvir o mundo inteiro falar sobre esse livro, eu fiquei curiosa e fui ler. Gostei! É bonitinho, pelas aquarelas e tudo o mais, mas conta, na verdade, coisas “sérias” sobre nós, sobre a vida e a forma como, conforme crescemos, nos distanciamos da realidade que realmente importa.
Parece livro de criança, mas quem precisa ler é “gente grande” mesmo, pra lembrar um pouco daquilo que foram.
A Moreninha 02/09/2009
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Conta a história de uma aposta feita entre dois amigos, Filipe e Augusto, de que este não conseguiria se manter apaixonado por alguém por mais de três dias. Eles vão passar um fim-de-semana numa ilha e lá Augusto é apresentado a Carolina (a Moreninha), irmã de Filipe. A partir de então começa uma história de amor e tem-se o desfecho de uma segunda história, mais antiga.
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Ah, típico folhetim! Todo mundo termina muito feliz, final nada surpreendente, personagens “rasas” etc etc. Mas serviu como passatempo!
* Só achei estranho que as mulheres nem eram TÃO idealizadas assim… Em alguns momentos o narrador chega a chamá-las de “feias”! E o Romantismo?
A menina que roubava livros 24/07/2009
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Contada pela Morte, a história de Liesel Meminger começa quando ela vê o seu irmão morrer (o que a atormenta por anos em pesadelos) e, alguns dias depois, durante o enterro, rouba “O manual do coveiro” (o primeiro livro de muitos que roubaria durante sua vida). É dada em adoção a Rosa e Hans Hubermann, que se tornam sua família e a acompanham durante os duros anos da Segunda Guerra Mundial no sofrimento passado pelos alemães.
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Eu gostei! Achei uma fusão bem legal entre a história da guerra pela perspectiva da Morte e a vida da menina, que achou um pouco de conforto na Literatura.
A mão e a luva 08/07/2009
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Narra a história de Guiomar, moça altiva e segura de si, que procura, com frieza e calculismo, realizar o ambicioso plano de ascender socialmente, compensando a sua modesta origem. Três homens pretendem a mão de Guiomar: Estevão, Jorge e Luis Alves.
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Ah, meu, apesar de ser considerado da “fase romântica” do Machado, ou, como diz minha professora de Literatura, “fase convencional”, eu gostei! Acho que é porque eu tava há uns trezentos anos sem ler alguma coisa e também porque Machado é Machado e acabou!
Capitães da areia 25/05/2009
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Ressuscitando!
Li pra Fuvest, mas tá valendo!
História sobre meninos da rua que moram em Salvador na década de 1930. Eles moram num “trapiche” e vivem de roubos.
Beeeem triste. Sei lá, te faz pensar em coisas bem maiores do que você mesmo.
E você percebe que sua realidade é bem melhor do que pensava antes!
Persépolis 25/04/2009
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Conta, em quadrinhos, a história de Marjane Satrapi, iraniana que viu de perto a Revolução Islâmica, a guerra contra o Iraque, a guerra interna no país. E também a evolução dela como pessoa, de criança curiosa a adolescente drogada e depois a adulta mais responsável.
Eu gostei! Foi divertido, mas ao mesmo tempo meio triste quando se para para pensar nas guerras e na quantidade de pessoas que morreram e que continuam a morrer todos os dias.
Agora quero ver o filme!
As crônicas de Nárnia – A cadeira de prata 11/04/2009
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1808 17/02/2009
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O cara pesquisou por dez anos pra escrever o livro! =O
Foi bom, dá pra contextualizar o que você aprende na escola e talz. É meio chatão ficar lendo a mesma coisa (principalmente quando você ficou um mês inteiro estudando História como louca pra FUVEST), mas tem partes muito legais. Coisas que não tem nos livros de História da escola.
Resuminho by Wikipédia:
1808 é um livro de história escrito por Laurentino Gomes que conta sobre a vinda da família real portuguesa ao Brasil neste ano.
No livro, Laurentino Gomes contextualiza a vinda da família real às condições políticas, econômicas e sociais da época em Portugal, França, na Inglaterra e no Brasil.
O cortiço 11/02/2009
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Ah, nunca fui muito fã do Naturalismo, das três escolas “paralelas” (Realismo, Naturalismo e Parnasianismo), a que eu mais gosto é Realismo. Mas até que não foi tão ruim quanto eu pensava.
Todo mundo me disse: “O cortiço é horrível! Muito ’sujo’, não dá pra lembrar de ninguém, são muitos personagens!”. Realmente, tem algumas descrições que você pensa: “Ah, droga, podia ir dormir sem essa imagem ótima na minha cabeça” e também o fato do livro não ter personagem principal além do próprio cortiço faz com que haja tanta gente que chega uma hora que você fala: “O quê? Quem é esse?”.
Maaaaaas gostei, vai. Não dá pra tentar tapar o sol com a peneira, o ser humano é, sim, muito sujo, às vezes. E a vida não é cheia de coadjuvantes? Você mal chega a conhecer muitos que estão ao seu lado e, por vezes, até se esquece deles.









